Como cortar uma imagem
O corte acontece sobre a imagem em tamanho natural, não sobre a miniatura que aparece na tela. A área marcada é convertida para as coordenadas reais do arquivo antes de qualquer pixel ser escrito, então o resultado tem a resolução do original dentro do recorte — cortar 40% de uma foto de 12 megapixels devolve uma imagem de cerca de 7 megapixels, e não uma versão reduzida dela.
- Arraste a imagem para a área de upload, ou clique para escolher no disco.
- Arraste sobre a foto para marcar a área. As alças nos cantos ajustam a seleção depois de feita.
- Se o destino exige um formato exato, trave uma proporção: 1:1, 16:9, 4:3 ou 3:2. Sem proporção, o corte é livre.
- Gire ou espelhe a imagem, se precisar — os botões agem sobre o mesmo recorte.
- Baixe o resultado, ou mande direto para outra ferramenta pelo atalho de enviar para.
Formatos, limites e o que acontece com a qualidade
Entram PNG, JPEG, WebP, GIF, BMP e AVIF, até 50 MB por arquivo. O AVIF é aceito porque o navegador sabe decodificá-lo, ainda que não saiba escrevê-lo. Há também um teto de área: o navegador se recusa a alocar telas muito acima de 40 milhões de pixels, então uma imagem gigantesca é recusada na entrada, e não no meio da operação.
A saída é PNG, e essa escolha é sobre gerações de perda. O corte em si não inventa nem descarta detalhe dentro da área escolhida, mas salvar exige recodificar, e recodificar um JPEG como JPEG empilha uma segunda geração de perda sobre a que o arquivo já trazia. Em PNG não há perda nenhuma. O preço é o tamanho — e se ele importa mais que o último grau de fidelidade, corte aqui e passe o resultado para a ferramenta de comprimir, que fica a uma navegação de distância e não a um segundo upload.
Quando esta não é a ferramenta certa
Para mudar as dimensões sem descartar nada da cena, o certo é redimensionar: cortar joga pixels fora de propósito, redimensionar reamostra a imagem inteira. Para tirar o fundo em vez de aparar as bordas, existe a remoção de fundo, que devolve canal alfa de verdade em vez de um retângulo. E para aparar a margem de um documento, fique no módulo de PDF: rasterizar uma página só para cortá-la como imagem custa a camada de texto do arquivo inteiro.
Também não é a ferramenta para cortar cem fotos de uma vez. Cada arquivo é uma sessão, e o produto foi desenhado em torno de uma cadeia de edições sobre um arquivo, não em torno de um lote.
Por que fazer isso no navegador
Um site de corte convencional recebe o upload da foto, corta no servidor e devolve o resultado — o que significa que a foto existiu, ainda que por minutos, num disco que não é seu. Aqui o arquivo é lido pela aba, desenhado numa tela em memória e escrito de volta pela mesma aba. Nenhuma requisição de rede participa do corte, e o medidor no topo da página mostra isso ao vivo: ele conta bytes de arquivo saindo, e o número fica em zero enquanto você trabalha.
A consequência prática é que a ferramenta continua funcionando com o Wi-Fi desligado depois da primeira visita, porque o que precisava ser baixado já foi. É também o que torna razoável cortar um documento com dados pessoais, um comprovante ou uma foto de família sem pensar duas vezes.