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Excel para CSV

Uma aba vira CSV ou JSON — com o separador que você usa.

Solte um .xlsx aqui

ou Escolher arquivo

Só Excel · documento e apresentação guardam o conteúdo em outro lugar

Célula é DADO, e é por isso que esta conversão é exata

Uma planilha guarda células com referência e tipo: C5 vale 42, ponto. Não há layout a imitar, não há motor de exibição a reproduzir — o que sai daqui é o que está lá dentro.

É a diferença entre esta ferramenta e uma conversão de Word para PDF, que este produto não oferece justamente porque ali o conteúdo depende de um motor de layout que só o Word tem. Aqui não existe esse problema, e por isso a extração de planilha entrou no módulo enquanto a conversão de documento ficou de fora.

Como converter

A contagem de linhas e colunas de cada aba aparece antes de qualquer conversão, porque ler é barato: o zip já está aberto e o que se percorre é o XML de uma aba só.

  1. Solte o .xlsx.
  2. Escolha a aba, se houver mais de uma. O número de linhas mostra qual tem conteúdo.
  3. Escolha CSV com o separador que o seu destino usa, ou JSON.
  4. Converta, confira a prévia na tela, e copie ou baixe.

O separador não é preferência

No Brasil e em boa parte da Europa a vírgula é o separador DECIMAL, e o Excel dessas regiões lê e escreve CSV com ponto e vírgula. Um arquivo separado por vírgula aberto ali chega com todas as colunas grudadas numa só — e o problema não é o arquivo, é a suposição de que existe um CSV universal.

Por isso o padrão aqui é ponto e vírgula, e as três opções estão no painel: vírgula para um sistema em inglês ou um script, tabulação para colar direto numa planilha.

A citação também segue a regra: um campo só ganha aspas quando contém o separador, uma aspa ou uma quebra de linha — e aspas dentro do texto são duplicadas, que é o escape do formato.

As três indireções que o formato cobra

A primeira é a POSIÇÃO. Uma linha omite as células vazias inteiras, e a coluna está na referência da célula. Empilhar as células na ordem em que aparecem desloca tudo para a esquerda a partir do primeiro buraco — a planilha sai com as colunas trocadas, e o resultado continua parecendo plausível.

A segunda é o TEXTO. Ele quase nunca está na célula: ela guarda um índice para uma tabela de textos compartilhados noutro arquivo do pacote. Sem resolver esse índice, a planilha inteira sai como números.

A terceira é a DATA, que não existe como tipo. É um número, e o que a torna data é o formato apontado pelo estilo — mais dois saltos até os estilos do arquivo. Sem eles, toda data vira 45000.

O ano bissexto que nunca existiu

A base do número de série do Excel é 30 de dezembro de 1899, e não 31. O motivo é um erro: o Excel trata 1900 como ano bissexto, o que é falso, e o fez para ser compatível com o Lotus 1-2-3, que errava primeiro. O erro foi mantido de propósito por décadas.

Deslocar a base em um dia é o que faz as datas baterem sem um caso especial para cada faixa. É o tipo de detalhe que só aparece quando alguém compara uma planilha antiga com a conversão — e por isso está fixado em teste.

Planilhas antigas do Excel para Mac usam outra base, a de 1904, declarada no próprio arquivo. Ela é lida e respeitada.

JSON com cabeçalho, e quando ele recusa

Marcando a primeira linha como cabeçalho, o JSON vira uma lista de objetos com as chaves vindas dela — que é a forma que um script espera.

A conversão recusa fazer isso quando a primeira linha tem célula vazia ou nome repetido, e devolve listas. Uma planilha cujo topo é um título mesclado produziria um objeto com uma chave só e o resto perdido, e perder coluna em silêncio é pior do que entregar uma forma menos conveniente.

Onde ela continua

O resultado é texto e entra na cadeia: dá para seguir para o comparador de texto, para o gerador de hash, ou para cifrar o arquivo antes de mandá-lo a alguém.

Tudo roda no seu navegador. A planilha não é enviada a lugar nenhum — e num conversor de Excel online, onde o arquivo costuma ser uma base de clientes ou uma folha de pagamento, essa é a diferença que importa.

FAQ & Segurança

Perguntas sobre Excel para CSV

Por que o padrão é ponto e vírgula?

Porque no Brasil e em boa parte da Europa a vírgula é o separador DECIMAL, e o Excel dessas regiões lê e escreve CSV com ponto e vírgula. Um arquivo com vírgula abre lá com tudo numa coluna só. Se o destino é um sistema em inglês ou um script, troque para vírgula — as três opções estão no painel.

As datas saem certas?

Saem, e isso exige mais do que parece: no arquivo uma data é só um número. O que a torna data é o formato ligado à célula pelo estilo, que é lido junto — sem isso toda data sairia como 45000. E a base é 30 de dezembro de 1899, porque o Excel trata 1900 como bissexto, um erro herdado do Lotus 1-2-3 e mantido de propósito por compatibilidade.

E os números? Perco casas decimais?

Não. O número sai com a precisão exata que estava no arquivo, sem arredondar e sem separador de milhar — porque é isso que o arquivo guarda. O que você vê na tela do Excel é uma formatação por cima do valor; o valor é o que sai daqui.

Ele converte todas as abas de uma vez?

Uma por vez, e a escolha fica no painel com o número de linhas e colunas de cada uma. É deliberado: um CSV é uma tabela, e juntar três abas num arquivo só produziria algo que nenhum programa lê como tabela. Para várias, converta e baixe uma de cada vez.

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Tudo aqui embaixo roda nesta mesma aba, sem upload e sem cadastro.