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Metadados do Office

Veja e apague o que um Word, Excel ou PowerPoint diz sobre você.

Solte um .docx, .xlsx ou .pptx aqui

ou Escolher arquivo

Word, Excel e PowerPoint · o arquivo é lido no seu navegador

Onde os metadados moram

Um .docx, .xlsx ou .pptx é um arquivo zip com XML dentro, e as propriedades ficam em dois lugares previsíveis. Em docProps/core.xml estão autor, último a salvar, título, assunto, palavras-chave e as datas de criação e modificação. Em docProps/app.xml estão empresa, gerente, programa que gerou, modelo usado e o tempo total de edição.

Nenhum desses campos aparece ao abrir o documento. Todos aparecem ao clicar com o botão direito no arquivo e olhar as propriedades — que é o que a pessoa do outro lado faz.

Como limpar

A tabela mostra tudo o que foi encontrado, com os campos que identificam você em destaque e no topo — porque é por eles que se chega aqui.

  1. Solte o .docx, .xlsx ou .pptx na área de upload.
  2. Leia a tabela. O painel conta quantos campos existem e quantos deles identificam alguém.
  3. Apague. A tabela é RELIDA a partir do arquivo limpo, então o que você vê depois é o que de fato sobrou.
  4. Baixe a cópia limpa. O original no seu disco não é tocado.

Os três campos que mais vazam

ÚLTIMO A SALVAR é o pior. Ele guarda o nome de usuário do computador em que o arquivo foi gravado pela última vez, e num currículo enviado a dez empresas isso costuma ser o nome do PC de casa. Não é o nome que você escolheu pôr no documento; é o que o sistema operacional sabe sobre você.

EMPRESA guarda o nome da organização configurada na instalação do Office. Uma proposta comercial feita a partir do arquivo de outro cliente carrega o nome desse cliente, e é assim que se descobre que uma proposta foi reaproveitada.

TEMPO TOTAL DE EDIÇÃO diz quantos minutos o documento ficou aberto. Já foi usado para contestar prazo e para questionar quanto trabalho um entregável de fato deu.

A limpeza não decodifica o documento

Só os dois arquivos de propriedades são reescritos. Todas as outras entradas do zip — o texto, as imagens, as fórmulas, os estilos — são copiadas byte a byte, exatamente como saíram do arquivo original.

É a mesma escolha da remoção de EXIF, e pelo mesmo motivo: qualquer coisa que decodifique e regrave o conteúdo é um segundo lugar onde o documento pode se degradar. Aqui não há segundo lugar. Um teste de unidade compara as entradas byte a byte para garantir que continue assim.

Vazio em vez de removido

Os elementos são esvaziados, não apagados. O Office recria os que faltam na próxima gravação, e leitores mais estritos reclamam de um core.xml sem os elementos obrigatórios do Dublin Core.

Um elemento vazio não carrega informação nenhuma — a diferença entre esvaziar e remover é de forma, não de privacidade. Uma busca pelos bytes do arquivo inteiro não acha mais o nome, e é isso que o teste verifica.

O que a ferramenta não faz

Não mexe em comentários, em alterações controladas nem no histórico de revisões — essas coisas moram no corpo do documento, não nas propriedades, e apagá-las é editar o documento. Se o seu arquivo tem controle de alterações ligado, aceite-as ou rejeite-as no Word antes de enviar.

Também não toca em imagens embutidas: uma foto com EXIF dentro de um .docx continua com EXIF. Para isso, extraia a imagem e passe pela remoção de EXIF, que é byte a byte e está a uma navegação daqui.

Tudo roda no seu navegador. O arquivo não é enviado a lugar nenhum, e o medidor no topo da página mostra isso enquanto você trabalha — o que importa especialmente aqui, onde o arquivo é justamente aquele que você não quer que outra pessoa leia.

FAQ & Segurança

Perguntas sobre Metadados do Office

Que informação um .docx guarda sobre mim?

Mais do que a maioria das pessoas imagina. O campo "último a salvar" guarda o nome de usuário do computador em que o arquivo foi gravado pela última vez; "empresa" guarda o nome da organização configurada no Office; e "tempo total de edição" diz quantos minutos o documento ficou aberto. Um currículo enviado a dez empresas costuma carregar o nome do PC de casa, e uma proposta feita a partir do arquivo de outro cliente costuma carregar o nome dele.

A limpeza estraga o documento?

Não. Um arquivo do Office é um zip com XML dentro, e a limpeza reescreve apenas os dois arquivos de propriedades. Todas as outras entradas — o texto, as imagens, as fórmulas, a formatação — são copiadas byte a byte, sem serem decodificadas em momento nenhum. O arquivo abre no Office exatamente como antes.

Por que os campos ficam vazios em vez de sumirem?

Porque o Office recria os elementos que faltam na próxima gravação, e alguns leitores estritos reclamam de um core.xml sem os elementos obrigatórios do Dublin Core. Um elemento vazio não carrega informação nenhuma e não quebra ninguém — a diferença é de forma, não de privacidade.

E se eu quiser manter o título do documento?

O título é o único campo que costuma ser legítimo num arquivo publicado, e a limpeza aceita uma lista do que preservar. Os demais campos identificadores — autor, último a salvar, empresa, gerente — são o alvo da ferramenta e saem por padrão.

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Tudo aqui embaixo roda nesta mesma aba, sem upload e sem cadastro.