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Converter vídeo

MOV, MKV ou WebM para MP4 — sem enviar o arquivo.

Solte um vídeo aqui

ou Escolher arquivo

MP4, MOV, WebM ou MKV · até 500 MB e 30 minutos

O que entra e o que sai

Entra o que o seu navegador souber decodificar: MP4 e MOV em qualquer um, WebM em qualquer um, e MKV em alguns, dependendo do codec que estiver dentro. A regra prática é a mais simples possível — se o vídeo toca numa aba, ele converte aqui.

Sai MP4 ou WebM, e só o que o navegador souber gravar. WebM funciona em todo lugar; MP4 na maioria. Se o seu só escrever um dos dois, a página diz qual em vez de mostrar um seletor de uma opção só.

Não há saída para MOV, AVI ou MKV, e isso é decisão e não esquecimento. Escrever um contêiner que o navegador não sabe escrever significaria entregar bytes de um formato dentro do nome de outro — que é exatamente o defeito que tirou o FLAC da lista do conversor de áudio e o AVIF da lista do conversor de imagem.

Como converter

A ferramenta chega apontando para o formato ÚTIL: se você soltou um MP4, o destino já vem marcado como WebM, e vice-versa. Converter para o formato que o arquivo já tem não faz nada além de acrescentar uma geração de compressão, então a página avisa e desativa o botão quando os dois coincidem.

  1. Solte o vídeo, ou traga um da cadeia — uma gravação de tela feita aqui mesmo, por exemplo.
  2. Confirme o formato de saída. O que o seu navegador não escreve não aparece na lista.
  3. Converta. A barra mostra o progresso, o tempo restante e um botão de cancelar.
  4. Baixe, ou mande o resultado para outra ferramenta pela barra de arquivo.

Por que demora o tempo do vídeo

Porque não há demuxer aqui. Trocar de contêiner sem recodificar seria abrir o arquivo, remontar o índice e reescrever os mesmos quadros noutro invólucro — instantâneo, e é o que o ffmpeg faz. Trazer o ffmpeg significaria 25 a 30 MB de WebAssembly sob GPL, e GPL contamina um produto vendido on-premise. É o mesmo argumento que o mantém fora da conversão para GIF e do corte de vídeo.

O caminho que sobra é o que o navegador oferece nativamente: tocar o vídeo, desenhar cada quadro num canvas, capturar esse canvas como fluxo e gravar com o MediaRecorder — a mesma API do gravador de tela. O áudio da origem entra no mesmo fluxo.

Daí vêm as duas consequências que a página anuncia antes de você esperar: leva a duração do vídeo, porque áudio só se captura acompanhando o relógio; e o resultado é uma segunda geração de compressão.

MOV para MP4, MKV para MP4, WebM para MP4

São os três caminhos que quase todo mundo procura, e os três funcionam pelo mesmo mecanismo. O MOV é o contêiner da Apple e costuma trazer H.264 dentro, que é o mesmo codec do MP4 — na prática você está trocando o invólucro de um arquivo que o resto do mundo já saberia ler.

O MKV é o caso mais irregular: ele aceita quase qualquer codec, e o navegador só abre os que ele já conhece. Quando não abre, a página recusa na hora, com uma frase, em vez de deixar você esperar a duração inteira do vídeo para falhar no fim.

O que não dá para fazer aqui

Converter AVI. Nenhum navegador o decodifica, então o arquivo nem chega a abrir — e não adianta a ferramenta querer: o decodificador simplesmente não existe na plataforma.

E não funciona em iOS: nenhum navegador de lá expõe o MediaRecorder, nem o Safari nem o Chrome, porque todos usam o mesmo motor. A página detecta ao abrir e avisa, em vez de deixar você escolher o formato e falhar no fim.

Onde ele continua

O resultado é vídeo e entra na cadeia do módulo. Converter e depois comprimir é redundante — comprimir já converte —, mas converter e depois cortar, recortar ou virar GIF são caminhos que fazem sentido e não custam um novo upload, porque nunca houve upload nenhum.

Tudo roda no seu navegador. O arquivo não é enviado a lugar nenhum, e o medidor no topo da página mostra isso enquanto você trabalha — num conversor de vídeo online, é o oposto do normal.

FAQ & Segurança

Perguntas sobre Converter vídeo

Para quais formatos dá para converter?

MP4 e WebM, e só o que o seu navegador souber gravar — WebM funciona em todo lugar, MP4 na maioria. Não há saída para MOV, AVI ou MKV, e a página não os oferece: prometer um formato que o navegador não escreve entregaria bytes de um formato dentro do nome de outro, que é o mesmo motivo pelo qual o FLAC saiu da lista do conversor de áudio.

Consigo converter um AVI?

Não. Nenhum navegador decodifica AVI, então o arquivo nem chega a abrir — e a página avisa na hora em vez de falhar no fim. Entram MP4, MOV e WebM em qualquer navegador, e MKV em alguns, dependendo do codec de dentro. A regra é simples: se o vídeo toca numa aba, ele converte aqui.

Perde qualidade?

Uma geração. Trocar de contêiner sem recodificar exigiria um demuxer, e trazer um significaria 25 a 30 MB de WebAssembly sob GPL — o mesmo argumento que mantém o ffmpeg fora deste produto inteiro. O caminho que sobra é redesenhar cada quadro e gravar, então a espera é a duração do vídeo e o resultado é uma segunda compressão.

Tem limite de tamanho ou marca d’água?

Marca d’água nenhuma. Os limites são de memória, não de política: 500 MB de arquivo e 30 minutos de duração, porque o navegador precisa segurar o vídeo para decodificá-lo. E nada é enviado a lugar nenhum — a conversão acontece na sua máquina, o que num conversor de vídeo online não é o normal.

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Tudo aqui embaixo roda nesta mesma aba, sem upload e sem cadastro.